MUVI - Museu Virtual de Artes Plásticas
Didonet Thomaz
Livro Informal Espetáculo
Sala Índice - Centro Cultural Solar do Barão
Fundação Cultural de Curitiba (FCC)- PR
20 de dezembro de 2001 a 10 de março de 2002
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Didonet Thomaz


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Ms. Didonet Thomaz. Artista visual e pesquisadora. Reside e trabalha em Curitiba, Paraná. Mestre em Artes, Área de Concentração: Poéticas Visuais, Linha de pesquisa: Processos de Criação em Artes Visuais, Escola de Comunicações e Artes - ECA, da Universidade de São Paulo - USP, São Paulo, Brasil. Página da web para acessar seu Curriculum Vitae: http://lattes.cnpq.br/8604352641810583.

 

 

 

 

 

 

 


Mail para Didonet Thomaz




Fotografia: Bruna Bazzo, 2007

 


Sara Stenzel exerceu vários ofícios. Além de floricultora, foi criadora de coelhos e curtidora de peles. Dos fardos guardados durante anos conservou-se um exemplar de Incisão. Foi chapeleira, e os dois chapéus constituem neste raciocínio 'de cabeça' uma comemoração do gravado preto&branco. Os mata-borrões coloridos, parte do arquivo de correspondência entre Sara (1893-1965) e seu irmão Erbo (1911-1980), gravador e impressor, também foram encontrados durante o desmancho da Casa Erbo Stenzel, em 23/24 de agosto de 1997 antes da relocação para o Parque São Lourenço. Utilizei o conjunto de papel-chupão-Marca para compor a coleção Livro Informal Espetáculo I, II, III, IV, V, VI, um insight a respeito da 'rede de racionalidade' que surgiu no período da minha correspondência (1992-1999) com o Crítico de Arte Rodrigo Naves. Do Espólio são remanescentes ainda os livros DIE NÄCHTE (As Noites, de Alfred de Musset (1810-1857), águas-fortes originais de Christian L. Martin, Editora Artur Wolf, Viena, 1920) e DER TOTENTANZ (A Dança Macabra, As Imagens da Morte e O Alfabeto da Morte, provas das xilogravuras desenhadas por Hans Holbein (1497-1543), talhadas por Hanns Lützelburger e outros, editadas por Amsler & Ruthardt, Berlin, 1922). Dos objetos metidos em encaixes, serão viradas as páginas das edições estrangeiras: gravura-Múltiplo = projeto de mobilização.

Didonet Thomaz.
Artista e pesquisadora no Acervo Stenzel: 1986-2006.


A virada das páginas em 28 de janeiro de 2002
A Noite em Outubro. Água forte original de Christian L. Martin para DIE NÄCHTE de Alfred de Musset.A Noite em Outubro. Água forte original de Christian L. Martin para DIE  NÄCHTE de Alfred de Musset.A Noite em Dezembro. Água forte original de Christian L. Martin para DIE NÄCHTE de Alfred de Musset.A Noite em Dezembro. Prova da xilogravura desenhada por Hans Holbein Água forte original de Christian L. Martin para DIE NÄCHTE de Alfred de Musset.O Astrólogo. Prova da xilogravura desenhada por Hans Holbein e talhada por Hans Lützeburger para DER TOTENTANZO Astrólogo. Prova da xilogravura desenhada por Hans Holbein e talhada por Hans Lützeburger para DER TOTENTANZ
Fotografia: Ana González

A Caixa, 2001, 68,5 cm x 53,5 cm x 41,5 cm. Mogno, feltro, plástico-bolha e fitilho. Fotografia: Didonet Thomaz
A Caixa, 2001, 68,5 cm x 53,5 cm x 41,5 cm. Mogno, feltro, plástico-bolha e fitilho. Fotografia: Didonet Thomaz

A Caixa, 2001, 68,5 cm x 53,5 cm x 41,5 cm. Mogno, feltro, plástico-bolha e fitilho. Fotografia: Didonet Thomaz

A Caixa, 2001, 68,5 cm x 53,5 cm x 41,5 cm. Mogno, feltro, plástico-bolha e fitilho. Fotografia: Didonet Thomaz

A Caixa, 2001, 68,5 cm x 53,5 cm x 41,5 cm. Mogno, feltro, plástico-bolha e fitilho. Fotografia: Didonet Thomaz

A Caixa, 2001, 68,5 cm x 53,5 cm x 41,5 cm. Mogno, feltro, plástico-bolha e fitilho. Fotografia: Didonet Thomaz

A Caixa, 2001, 68,5 cm x 53,5 cm x 41,5 cm. Mogno, feltro, plástico-bolha e fitilho. Fotografia: Didonet Thomaz
Mesa/caixa com pele de coelho, balança, chapéus e livros Fotografia: Ana González
Mesa/caixa com pele de coelho, balança, chapéus e livros. Fotografia: Ana González
Mesa/caixa com pele de coelho, balança, chapéus e livros. Fotografia: Ana González
Planta baixa – Sala Índice
Sala Índice. Fotografia: Ana González

Livro Informal Espetáculo I, 1997. 35,5 x 27,5 x 5 cm. Madeira, vidro e couro vestuário.  Fotografia: Ana González
Livro Informal Espetáculo I, 1997. 35,5 x 27,5 x 5 cm. Madeira, vidro e couro vestuário.
Livro Informal Espetáculo II, 1997. 35,5 x 27,5 x 5 cm. Mata-borrão, papel vegetal, papel de seda perfurado, nanquim, linha de algodão, gaze, alfinete, nylon, gancho de metal, madeira, vidro e couro  vestuário. Fotografia: Ana González
Livro Informal Espetáculo II, 1997. 35,5 x 27,5 x 5 cm. Mata-borrão, papel vegetal, papel de seda perfurado, nanquim, linha de algodão, gaze, alfinete, nylon, gancho de metal, madeira, vidro e couro  vestuário. Fotografia: Amarildo Hennig Kraetzer
Livro Informal Espetáculo III, 1999. 35,5 x 27,5 x 5 cm. Mata-borrão, desenhos (nanquim sobre papel de seda) amassados, papelão (forma de sapato), fita de seda, nylon, gancho de metal, madeira, vidro e couro  vestuário. Fotografia: Ana González
Livro Informal Espetáculo III, 1999. 35,5 x 27,5 x 5 cm. Mata-borrão, desenhos (nanquim sobre papel de seda) amassados, papelão (forma de sapato), fita de seda, nylon, gancho de metal, madeira, vidro e couro  vestuário.. Fotografia: Amarildo Hennig Kraetzer
Livro Informal Espetáculo IV, 2001. 35,5 x 27,5 x 5 cm. Mata-borrão, desenhos (nanquim sobre  papel vegetal) recortados, tela de serigrafia, filtro de ar, fita de seda, nylon, gancho de metal, ilhoses,  madeira, vidro e couro vestuário.  Fotografia: Ana González
Livro Informal Espetáculo IV, 2001. 35,5 x 27,5 x 5 cm. Mata-borrão, desenhos (nanquim sobre  papel vegetal) recortados, tela de serigrafia, filtro de ar, fita de seda, nylon, gancho de metal, ilhoses, madeira, vidro e couro vestuário.   Fotografia: Amarildo Hennig Kraetzer
Livro Informal Espetáculo V, 2001. 35,5 x 27,5 x 5 cm. Mata-borrão, desenhos (nanquim sobre papel de seda) amassados, caixa de papelão (videogame), tule, madeira, vidro e couro vestuário. Fotografia: Ana González
Livro Informal Espetáculo V, 2001. 35,5 x 27,5 x 5 cm. Mata-borrão, desenhos (nanquim sobre papel de seda) amassados, caixa de papelão (videogame), tule, madeira, vidro e couro vestuário. Fotografia: Amarildo Hennig Kraetzer
Livro Informal Espetáculo VI, 2001. 35,5 x 27,5 x 5 cm. Mata-borrões e desenhos (nanquim sobre  papel de seda) empilhados, fita de seda, nylon, caixas de madeira, gancho de metal, vidro e couro  vestuário. Fotografia: Ana González
Livro Informal Espetáculo VI, 2001. 35,5 x 27,5 x 5 cm. Mata-borrões e desenhos (nanquim sobre  papel de seda) empilhados, fita de seda, nylon, caixas de madeira, gancho de metal, vidro e couro  vestuário. Fotografia: Amarildo Hennig Kraetzer


Livro Informal Espetáculo I, II, III, IV, V, VI: Memórias Provisórias. Publicação no jornal Gazeta do Povo, Curitiba, 09 de fevereiro de 2002. Caderno G, p. 4.

memórias provisórias

Muitas vezes me acontece guardar um objeto mesmo sem saber o que fazer com ele. Nem sempre entendo o impulso que me leva a selecioná-lo, dentre uma infinidade de outros, e conservá-lo ao meu alcance, mas sinto uma vaga certeza de vir a precisar dele mais adiante. O que cria essa necessidade? É provável que ao elegê-lo empreste a esse objeto o poder de ativar em minha mente algo capaz de me fazer ver o que não estou vendo, fazer outra vez o que não estou fazendo, pensar e sentir outra vez o que foi sentido e pensado antes do momento presente e em situação diversa da que me encontro agora. Essa "vivência" é diferente da original e possibilita estender o olhar desde outro ponto. Tal deslocamento ao passado proporciona um momento presente genuíno, tão novinho e real como o que estou vivendo agora, para fazer dele o que quiser.

O fenômeno memória, de importância fundamental para o ser humano, é tomado como elemento principal na obra de DIDONET THOMAZ. É transformado em instrumento ativo numa espécie de jogo de conexões múltiplas. A obra de DIDONET estende uma rede de possibilidades de relacionar memórias provenientes de universos distintos, como as produzidas pelos objetos do Espólio de Sara Stenzel,2 as colecionadas pela própria artista, as inevitávelmente evocadas pela Sala Indice do Museu da Gravura Cidade de Curitiba -- onde acontece a exposição, situado no prédio histórico Solar do Barão -- e as que vão sendo elaboradas pelo público fruidor.

A estrutura dessa mostra equilibra-se entre um passado onipresente e um presente contínuo, movediço e cambiante, flagrantemente condicionado às flutuações de interpretações pessoais. No entanto, o formato caixa/vitrine e o título da série de obras Livro Informal Espetáculo, para a ocasião, segundo a artista, sugerem um método quase científico de exibição. Nela se encontram reunidos objetos pinçados do universo pessoal da artista e desenhos anteriores, exibidos junto a mata-borrões usados pela família Stenzel. Ao mesmo tempo, a disposição dos elementos e o caráter provisório dessa "mostragem" aponta para o universo em que esse objeto "científico" transita: o da arte. Os títulos indicam o descompromisso da informalidade e a finitude do espetáculo -- essas caixas já foram e podem voltar a ser montadas em outras propostas, sem qualquer vínculo com os Livros desta exposição. Alinhados na horizontal e suspensos junto à parede direita da sala os Livros compõem-se de uma caixa de madeira e vidro, parcialmente envolta por uma peça de couro vestuário vermelho escuro. A associação dos elementos contidos em cada Livro foi regida por uma ação dominante -- fechar para o Livro Informal Espetáculo I, superpor para o II, encostar para o III, suspender para o IV, amassar para o V e empilhar para o VI. Uma etiqueta do mesmo couro, em formato semelhante ao das malas de viagem,contem a legenda correspondente e acompanha cada Livro.

No lado oposto da sala está uma mesa/armário de madeira com tampo de vidro -- prateleiras vazias para acomodar os Livros ao final da exposição -- e uma pele de coelho fixada à parte interna da porta, sem esquecer a etiqueta.

Sobre a mesa, uma pequena e antiga vitrine de madeira (propriedade da artista) mostra em seu interior dois chapéus femininos feitos por Sara, um branco (do acervo de Gerda Wilhelm) e um preto (de Lydia Stenzel), apoiados nos pratos de uma balança diminuta. Deitadas na transparência do vidro, duas caixas/vitrine iguais às dos Livros aninham em seu interior -- revestido pelo mesmo couro vermelho escuro -- dois livros abertos, cujas páginas expõem gravuras em preto e branco. O livro DIE NÄCHTE (As Noites), (1) de Alfred de Musset, mostra, em águas-fortes originais, antigas imagens noturnas das estações do ano -- uma alusão da artista à ciclicidade do tempo. Na outra, o livro DER TOTENTANZ (A Dança Macabra, As Imagens da Morte e O Alfabeto da Morte)(2) é composto por provas das xilografias desenhadas por Hans Holbein e remetem à morte.

Princípios básicos de gravura envolvem noções de incisão, matriz, marca, impressão, inversão, múltiplo, além de cheio e vazio, luz e escuridão e uma infinidade de opostos -- o resultado final do procedimento pode ser um corpo (o papel) que se apresenta marcado (impresso) pelo contato com outro (a matriz), de natureza diversa (madeira, metal, pedra ou qualquer material), do qual guarda uma espécie de memória ( o que estava gravado na matriz e foi impresso com tinta ou relevo). São noções encontráveis em muitas situações da vida passíveis de interpretação de acordo com o contexto. DIDONET estende ao público essa matriz de interpretação ao longo da exposição. Todos os elementos que compõem essa mesa apontam nessa direção e para o passado. Foi a própria Sara quem confeccionou os chapéus e também as incisões exatas que preservaram a pele de coelho -- atividade que repetia regularmente com o intuito de comercializar as peles e a carne dos animais que criava especialmente com essa intenção. Não há dúvida de que as incisões necessárias para gravar as matrizes que deram origem às gravuras dos livros antigos são de natureza diversa, embora tenham conduzido a noções de cheio e vazio ao produzir marcas no corpo do animal e no do material da matriz. O que as liga é o caráter definitivo dessas ações -- uma clara alusão ao passado.

Esse caráter definitivo, no entanto, traz em seu bojo uma interrogação incômoda -- se já aconteceu, como saber o que foi? -- indicando permeabilidade a interpretações e tornando essa noção de passado, outra vez incerta, movediça, sujeita a mutações.

Se a memória é interpretativa e oferece novíssimos e sempre frescos momentos reais, o passado, como algo de oculto, encontra-se no presente. Em alguns dos Livros há elementos que não estão visíveis; a decisão da artista de manter esses conjuntos de memórias pessoais junto a memórias alheias, pensadas como obras apenas pelo tempo que durar a exposição, estabelece a possibilidade de produzir novos presentes usando como matéria prima fragmentos de numerosos passados. Fica evidente que a artista reconhece diferenças entre os tipos de memórias e multiplica as características de cada tempo -- trabalha oferecendo ao público, além da parte fixa da exposição, um ritual cíclico que se renova a cada semana, abrangendo todo o tempo da mostra, invariavelmente, quintas-feiras, às dezessete horas, DIDONET abre as caixas e vira uma página de cada livro de gravura. A artista estabelece então, mais uma possibilidade do tempo: o que se pode controlar e dominar, exibir e ocultar, por meio de pensamento e ação.

DIDONET THOMAZ preparou para o público uma trama riquíssima de elementos ligados ao tempo, armados como peças de um jogo que vai acontecendo à medida que se decifram suas peças, em sua maioria não palpáveis ao tato, mas tão densas quanto um objeto material qualquer. (3)

Curitiba, fevereiro de 2002.

ANA GONZÁLEZ
Fotografia e texto. Artista plástica e responsável pela idealização e organização do programa INCISÃO, MARCA E MÚLTIPLO.(4)


1 DIE NÄCHTE (As Noites) de Alfred de Musset (1810-1857) e águas-fortes originais de Christian L. Martin, Editora Artur Wolf, Viena, 1920.

2 DER TOTENTANZ (A Dança Macabra, As Imagens da Morte e O Alfabeto da Morte) e provas das xilogravuras desenhadas por Hans Holbein (1497-1543), talhadas por Hanns Lützelburger e outros, editadas por Amsler & Ruthardt, Berlin, 1922.

3 Este texto foi publicado pelo jornal Gazeta do Povo, Curitiba, 9 fev. 2002, Caderno G. p. 4. O Projeto Espólio de Sara Stenzel, Teatro Monótono: Livro Informal Espectáculo, I, II, III, IV, V, VI, foi citado no artigo UMA CASA EM DESMANCHO, Teatro Monótono: 1992-2004. In: Arte em pesquisa: especificidades. Maria Beatriz de Medeiros (Org.). Brasília/DF: Editora da Pós-Graduação em Arte da Universidade Federal de Brasília, 2004, v. 2, p. 231-240. XIII Encontro Nacional da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas-ANPAP, Brasília/DF, nov. 2004. Disponível em <http://www.corpos.org/anpap/2004/textos/clv/didonetthomaz.pdf.>.

4 INCISÃO, MARCA E MÚLTIPLO foi um programa de exposições promovido pelo Museu da Gravura Cidade de Curitiba através de sua Loja, com a intenção de abrir espaço para discutir a relação produção artística&comercialização. O programa privilegiou produções de arte contemporânea que mantenham algum vínculo com conceitos ou procedimentos de gravura, fazendo jus à vocação do Museu ao mesmo tempo que, procurou dar visibilidade à produção brasileira local e nacional. Maria de Lourdes Gomes (12 ago. - 30 set. 2001), Isabel de Castro (4 out. - 11 nov. 2001), Larissa Franco (14 nov. - 16 dez. 2001), Didonet Thomaz (20 dez. 2001 - 10 mar. 2002) e Marga Puntel (7 mar. - 14 abr. 2002) foram as artistas integrantes deste primeiro momento 2001/2002. Centro Cultural Solar do Barão - Sala Índice.

5 Agradecimentos à Ana González, Cassiana Lícia de Lacerda, Célia e Guido Didonet, Elfi Harlezki (in memoriam), Irma Penner, José Carlos Thomaz, Gerda Wilhelm, Marli Kohls, Roberto Alves dos Santos Junior, Rosemarie Seely, Solange Fiori, à família Stenzel, especialmente Norma, Cida e João Nestor e Nestor (in memoriam). Agradecimentos à Adelaide Rudolph pela tradução (do alemão para o português) de DIE NÄCHTE e DER TOTENTAN Z; à Antonia Schwinden pela revisão.

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Tradução do alemão para português: Adelaide Rudolph
Revisão: Antonia Schwinden
Fotografia: Amarildo Hennig Kraetzer, Ana González e Didonet Thomaz.
Profissional em tecnologia da informática: José Francisco Kuzma.
Agradecimentos: Ana González, Ana Lucia Ciffoni (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba- IPPUC), Célia e Guido Pedro Didonet, Elfi Harlezki (in memoriam), José Carlos Rodrigues Thomaz, Gerda Wilhelm, Marli Ataíde Kohls, Rosemarie Seely, Solange Fiori, à família Stenzel.
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